22 Nisan 2016 Cuma

O Faraó que Foi Afogado

O Faraó que Foi Afogado


Tal foi o comportamento do povo de Faraó e de seus antecessores, que desmentiram os versículos do seu Senhor; e por isso, Nós destruímo-los, por seus pecados, e afogámos o povo de Faraó, porque todos eram iníquos  (Capítulo Al-Anfal – 8:54)
A Antiga Civilização Egípcia, tal como outras cidades-estado estabelecidas na Mesopotâmia na mesma época, é conhecida por ser uma das mais antigas civilizações da história e reconhecida como sendo um estado organizado, detentor da mais avançada ordem social da altura. O facto de terem descoberto e utilizado a escrita cerca do 3° milénio A.C., utilizarem o rio Nilo e encontrarem-se protegidos devido às características naturais do país, contribuiu largamente para o progresso civilizacional dos Egípcios.
Mas esta sociedade "civilizada" era uma em que "o reino dos faraós" prevalecia, contendo o sistema de negação mencionado no Alcorão, da forma mais clara. Escarneceram orgulhosamente, viraram as costas, blasfemaram e, no final, nem a sua civilização avançada, nem as suas ordens sociais e políticas, nem os seus êxitos militares foram suficientes para os salvar da destruição.

A Autoridade dos Faraós


En ihtişamlı döneminde Eski Mısır'ın sınırları. Nil nehrini merkez alarak genişleyen devlet, etrafı çöllerle ve doğal engellerle çevrili olmasına rağmen, son derece güçlü bir medeniyet kurabilmişti. Bunun temelinde Nil'in aralıksız sağladığı suyun bereketi vardı. Yüzyıllar süren gelişme sürecinde oluşturulan düzenli ordu, Hitit ve Mitanni devletlerinin sınırlarına kadar genişlemeye imkan tanıdı.

A civilização Egípcia tinha por base a fertilidade do Rio Nilo. Os Egípcios timham-se estabelecido no vele do Nilo devido às qualidades refrescantes deste rio, e podiam dedicar-se à agricultura graças à água que obtinham do rio sem estarem condicionados pelas estações chuvosas. O historiador Ernst H.Gombrich afirma no seu livro que a África é bastante quente e que por vezes não chove durante meses. Devido a esta razão, diversas áreas deste enorme continente são secas. Estas regiões do continente encontram-se cobertas por vastos desertos. Ambos os lados do Egipto têm igualmente desertos, além de que nele raramente chove. Todavia neste país a chuva não é indispensável, pois o Rio Nilo corre ao longo de todo ele. 33
Daí que quem tivesse o Rio Nilo sob o seu controle, devido à sua importância, era de igual modo capaz de controlar a maior fonte de comércio e agricultura do Egipto. Aos Faraós foi possível estabelecer tal ascendente sobre o Egipto, através deste facto.
A forma estreita e vertical do vela do Nilo não permitia a expansão das unidades habitacionais situadas ao redor do rio, assim formando uma civilização constituída por cidades e aldeias de pequeno tamanho, em lugar de uma civilização com grandes metrópoles. Este foi outro factor possibilitador do domínio dos Faraós sobre o seu povo.
O Rei Menes é conhecido por ter sido o primeiro Faraó Egípcio que uniu a totalidade do antigo Egipto sob um estado unificado, cerca do 3° milénio A.C., pela primeira vez na história. Na realidade, o termo "faraó" referia-se originalmente ao palácio onde residia o rei Egípcio, mas com o passar do tempo tornou-se o título dos reis Egípcios. É por esta razão que os reis, governantes do Antigo Egipto, começaram a ser designados "faraós".
Mısırlıların dini inançlarının temelinde tanrılarına hizmet etme düşüncesi vardı. Bu tanrılarla insanlar arasındaki "aracılar" ise, kavmin önde gelenleri arasında yer alan rahiplerdi. Aynı zamanda büyücülükle de uğraşan rahipler, firavunların halkı etki altında tutmak için kullandıkları çok önemli bir sınıfı oluşturuyorlardı.
Sendo os proprietários, administradores e governantes de todo o estado e respectivas terras, estes faraós eram, na generalidade, considerados um reflexo do maior dos deuses na religião politeísta distorcida do antigo Egipto. A administração das terras Egípcias, as suas partilhas, os seus rendimentos, em suma, toda a produção dentro das fronteiras do país era executada em proveito do faraó.
O absolutismo do regime tinha provido o faraó que governava o país de um tal poder que podia ter tudo aquilo que desejasse. Logo no estabelecimento da primeira dinastia, na época de Menes que se tornou o primeiro Rei do Egipto ao unificar o Alto e Baixo Egipto, o Rio Nilo passou a ser distribuído ao povo por intermédio de canais e a produção controlada, sendo a totalidade dos bens e serviços produzidos consignada ao rei. O rei partilhava e distribuía estes bens e serviços na proporção em que o seu povo deles necessitava. Não se tornou difícil para os reis, que estabeleceram tal poderio na região, reduzir o povo à submissão. O Rei do Egipto, ou como se viria mais tarde a chamar, o faraó, era considerado um ser divino de grande poder que satisfazia todas as necessidades do seu povo, daí ter sido deificado. Os Faraós, com o passar do tempo, começaram eles próprios a considerarem-se deuses.
Algumas das palavras de Faraó mencionadas no Alcorão, utilizadas aquando do seu diálogo com o Profeta Moisés, comprovam esta crença. A sua intimidação do Profeta Moisés ao dizer "Se deres preferência a qualquer outro deus além de mim, decerto prender-te-ei!" ─ (Capítulo Ach-Chuara – 26:29), ou a sua afirmação ao povo que o rodeava "não terndes para vós, que eu saiba, outro deus além de mim..." (Capítulo Al-Qassas – 28:38), foram causadas pelo facto de se considerar um deus.
Biz, onlardan önce nice insan nesillerini yıkıma uğrattık; (şimdiyse) onlardan hiçbirini hissediyor veya onların fısıltılarını duyuyor musun? (Meryem Suresi, 98)

Crenças Religiosas 

Yukarıdaki ve yandaki resimlerde başları traşlı olarak görülen rahipler, tanrılarını memnun etmek amacıyla müzik çalıyor ve ayin yapıyorlar.
De acordo com o historiador Herodoto, os Antigos Egípcios encontravam-se entre os povos mais "devotos" do mundo. Contudo, a sua religião não era a religião da Verdade, mas sim uma religião politeísta perversa que não conseguiam abandonar devido ao seu extrerno conservadorismo.
Os Antigos Egípcios eram grandemente influenciados pelas condições naturais em que habitavam. A geografia natural do Egipto protegia perfeitamente o país de quaisquer ataques externos. O Egipto era rodeado de desertos, terras montanhosas e mar por todos os lados. Os ataques possíveis ao país tinham de seguir duas rotas, sendo dessa forma fácil para os Egípcios defendê-las. Desse modo, os Egípcios permaneceram isolados do mundo exterior, graças a estes factores naturais. Mas o passar dos séculos transformou este isolamento num negro preconceito. Os Egípcios adquiriram uma atitude fechada a qualquer novo desenvolvimento ou novidade, e permaneceram extremamente conservadores relativamente à sua religião. A "religião dos seus antepassados", a que o Alcorão frequentemente se refere, passou a ser o seu valor mais precioso.
É por esta razão que o Faraó e aqueles que lhe eram mais próximos rejeitaram Moisés e Harun, quando estes lhes anunciaram a Religião da Verdade, ao dizer:
Vieste, acaso, para desviar-nos do que vimos praticarem os nossos pais e para que o predomínio, na terra, seja para ti e teu irmão? Mas nós nunca creremos em vós  (Capítulo Yunus – 10:78)
A religião do Antigo Egipto era dividida em vários ramos, sendo os mais importantes dentro dequeles a religião oficial do estado, as crenças do povo e a crença na vida depois da morte.
De acordo com a religião oficial do estado, o Faraó era um ser divino. Ele era um reflexo dos deuses dos homens na terra e o seu propósito era distribuir justiça e protegê-los.
As crenças abraçadas pelo povo eram deveras complicadas, e os seus elementos passíveis de entrar em conflito com a religião oficial do estado eram prontamente oprimidos pelo domínio do Faraós. Basicamente, acreditavam em muitos deuses, deuses estes habitualmente ilustrados como possuindo uma cabeça de animal num corpo humano. Era ainda possível encontrar crendices locais, variando de região para região.
A vida depois da morte era a fracção mais importante da crença Egípcia. Eles acreditavam que a alma continuava a viver mesmo após a morte do corpo. De acordo com isto, as almas dos mortos eram conduzidas por anjos especiais à presença do Deus Juiz e mais quarenta e dois juízes testemunhas, sendo uma balança colocada no seu meio e pesado o coração da alma. Aqueles de maior bondade passavam a um ambiente belo e viviam na felicidade, enquanto que aqueles de maior maldade eram enviados para um local onde seriam sujeitos a grandes tormentos. Aí eram torturados por toda a eternidade por uma estranha criatura denominada "O Comedor de Mortos".
A crença dos Egípcios no Além mostra claramente um paralelismo entre a crença monoteísta e a religião da Verdade. Só o facto de acreditarem na vida após a morte é por si um indicador de que a religião da Verdade e a transmissão da mensagem tinha chegado à antiga civilização Egípcia, embora tivesse sido posteriormente corrompida, tendo o monoteísmo dado lugar ao politeísmo aquando dessa corropção. É já conhecido que os mensageiros que chamavam à unicidade de Deus e ao Seu serviço eram pontualmente enviados ao Egipto. Um de entre estes foi o Profeta José, cuja vida é descrita detalhadamente no Alcorão. A história do Profeta José tem extrema relevância por incluir a chegada dos Filhos de Israel ao Egipto e seu consequente estabelecimento.
Por outro lado, nas fontes históricas existem referências a alguns Egípcios que apresentaram ao povo religiões monoteístas ainda antes do Profeta Moisés. Um deles foi o mais interessante Faraó da história do Egipto, Amenófis IV .

Faraó Amenófis IV, o Monoteísta

Os faraós Egípcios primam pela brutalidade, opressão, beligerância e agressividade. Possuem as características comuns à adopção da religião politeísta do Egipto e à sua própria deificação através daquela.
Não obstante, existe um Faraó na história Egípcia muito diferente de todos os outros. Este Faraó defendeu a crença em um único Criador, tendo tido grande oposição manifestada pelos sacerdotes de Amon, que lucravam com a religião politeísta e alguns soldados apoiantes destes, acabando por ser assassinado. Este faraó foi Amenófis IV, que esteve no poder durante parte do 14° Século A.C..
Quando Amenófis IV subiu ao trono em 1375 A.C., deparou com um conservadorismo e um tradicionalismo que remontavam há vários séculos. Até então a estrutura da sociedade e as relações entre o público e o palácio real tinham decorrido sem alterações significativas. A sociedade mantinha as suas portas bem fechadas a quaisquer eventos de origem externa ou inovações religiosas. Este conservadorismo feroz, já referido pelos antigos viajantes Gregos, era causado pelas condições geográficas naturais do próprio Egipto, como explicámos anteriormente.
IV. Amenofis
Imposta ao povo pelos faraós, a religião oficial exigia uma fé incondicional em tudo o que era antigo e tradicional. Mas Amenófis IV não adoptou a religião oficial. O historiador Ernst Gombrich escreve:
" Ele (Amenófis IV) cortou com muitos dos costumes generalizados por uma tradição arcaica. Não desejava prestar homenagem aos diversos e estranhos deuses do seu povo. Para ele só existia um deus supremo, Aton, que ele adorava e que era representado por um sol. Ele chamou a si próprio Akhnaton, a partir do nome do seu deus, e deslocou a sua corte para longe do alcance dos sacerdotes dos outros deuses, para um local que agora é denominado El-Amarna". 34
Após o falecimento de seu pai, o jovem Amenófis IV encontrou-se sob grande pressão. Esta opressão era devida ao facto de ter desenvolvido uma religião baseada no monoteísmo ao alterar a tradicional religião politeísta do Egipto, e tentar efectuar mudanças radicais em todas as áreas. Os líderes de Tebas não permitiram que ele passasse a mensagem da sua religião. Amenófis IV e seus apoiantes abandonaram então a cidade de Tebas e estabeleceram-se em Tell-El-Amarna. Aqui ergueram uma nova e moderna cidade, "Akh-et-aton". Amenófis IV mudou o seu nome que significava "Contentamento de Amon" para Akh-en-aton, isto é, "Submetendo-se a Aton". Amon era o nome dado ao maior totem da religião politeísta Egípcia. Segundo Amenófis, Aton era "o criador dos céus e da terra", provavelmente referindo-se a Allah.
Incomodados por estes desenvolvimentos, os sacerdotes de Amon conspiraram roubar o poder de Akhnaton ao aproveitar a crise económica do país. Akhnaton, vítima de tal conspiração, acabou morrer envenenado. Os faraós que lhe sucederam continuaram sob a influência dos sacerdotes.
Depois de Akhnaton ascenderam ao poder faraós com tradição militar. Alargaram ainda mais a antiga e tradicional religião politeísta e empenharam-se consideravelmente em retroceder ao passado. Cerca de um século mais tarde, Ramsés II, o Faraó que viria a ter o reinado mais prolongado na história do Egipto, subiu ao trono. Fazendo fé ao afirmado por diversos historiadores, Ramsés foi o Faraó que atormentou os Filhos de Israel e lutou contra o Profeta Moisés. 35

A Chegada do Profeta Moisés

Firavun'un zulmettiği köle kavimler. Özellikle Yeni Krallık döneminde, ülkede yaşayan azınlıklar imar işlerinde çalıştırılmaya başlandı. İsrailoğulları da bu azınlıklar arasında yer alıyordu. En üstteki resimde bir tapınak inşaatında çalışan ve büyük bir ihtimalle İsrailoğulları'ndan oldukları tahmin edilen köleler görülüyor. Alttaki büyük resim ise yine İsrailoğulları olarak tahmin edilen kölelerin inşaat işleri için teknik hazırlıklarını gösteriyor. Köleler ateşte çamur pişirerek tuğla yapıyor ve harç hazırlıyorlar.
Devido ao seu profundo preconceito, os antigos Egípcios recusaram-se a abandonar as suas crenças idolátricas. Algumas pessoas haviam se lhes dirigido para anunciar a mensagem de louvar somente Allah, mas as gentes do Faraó sempre regressaram à sua perversa crença. Em último lugar, foi-lhes enviado por Allah o Profeta Moisés como mensageiro (Rassul), por terem abraçado um sistema baseado no falsidade, contrário à religião da verdade, e igualmente por escravizarem os Filhos de Israel. O Profeta Moisés tinha sido instruído para convidar o Egipto para aceitar a religião da verdade e para salvar os Filhos de Israel, indicando-lhes o rumo a seguir. No Alcorão é dito:
Nós narramos-te a ti algo da história de Moisés e do Faraó, com verdade, para as pessoas que crêem. Na verdade, o Faraó elevou-se a si mesmo na terra e dividiu os povos em castas; subjugou um grupo deles, sacrificando-lhes os filhos e deixando com vida as suas mulheres. Ele era um dos corruptores. E Nós quisemos agraciar os subjugados na terra, designando-os líderes (na Fé) e constituindo-os herdeiros, e estabelecê-los na terra e mostrar ao Faraó e Haman e aos seus exércitos, aquilo que temeram da parte deles. (Capítulo Al-Qassas – 28:3-6)
O Faraó tentou evitar que os Filhos de Israel se multiplicassem, mandando matar todos os recém-nascidos do sexo masculino. Foi por esta razão, através da inspiração divina, que a mãe do Profeta Moisés o colocou num cesto e deixou-o no rio. Esta foi a via que o levou ao palácio do Faraó. No Alcorão, os versículos relativos a este assunto são os seguintes:
E Nós inspirámos à mãe de Moisés: Amamenta-o e, se temeres por ele, lança-o ao rio; não receies nem te aflijas, porque Nós havemos de restituir-to e fazer dele um dos Nossos mensageiros. E a família do Faraó recolheu-o, para que viesse a ser, para os seus membros, um adversário e uma aflição; isso porque o Faraó, Haman e seus exércitos eram pecadores. E a esposa do Faraó disse: Ele será um consolo para mim e para ti. Não o mates! Talvez possa ter uso para nós, ou poderemos adoptá-lo como filho. E eles de nada se aperceberam(Capítulo Al-Qassas – 28:7-9)
A esposa do Faraó evitou que o Profeta Moisés fosse assassinado e adoptou-o. Desta forma, o Profeta Moisés passou a sua infância no palácio do Faraó. Com o auxílio de Allah, a sua mãe verdadeira foi trazida para o palácio como sua ama.
Quando ele se tornopu adulto, um dia, o Profeta Moisés interveio, quando testemunhou a egressão de um dos Filhos de Israel por um Egípcio, matando o agressor de um só golpe. Não obstante o facto de habitar no palácio do Faraó e ter sido adoptado pela Rainha, os chefes da cidade decidiram que a sua punição deveria ser a morte. Ao escutar isto, o Profeta Moisés abandonou o Egipto, tendo chegado a Madyan. No fim do período que aí passou, Allah falou-lhe e concedeu-lhe o dom da profecia. Ordenou-lhe que regressasse para junta do Faraó e lhe transmitisse a mensagem da religião de Allah.
Birçok tarihçiye göre Kuran'da bahsi geçen firavun olan II. Ramses, ele geçirdiği esirlerden bir kısmını öldürmek üzere. Bu duvar resimlerinden de anlaşılacağı gibi firavunlar, kendilerini idealize ettirerek güçlü savaşçılar olarak tasvir ettiriyorlardı. Sanatkarları tarafından geniş omuzlu, uzun boylu ve aynı anda birkaç kişiyle baş edebilen kahramanlar olarak gösteriliyorlardı. Kendilerini sözde tanrısal varlıklar olarak gördüklerinden, diğer tüm insanlardan üstün gözükmeye çalışıyorlardı.

O Palácio do Faraó

Moisés (Mussa a.s.) e Aarão (Harun a.s.) dirigiram-se ao Faraó de acordo com a decisão de Allah e transmitiram-lhe a mensagem da religião da verdade. Solicitaram-lhe que cessasse de atormentar os Filhos de Israel e lhes permitisse partir com o Profeta Moisés. Era algo totalmente inaceitável para o Faraó que o Profeta Moisés, que tinha vivido na sua companhia durante anos e que teria sido o mais provável herdeiro do trono, lhe fizesse agora frente e se lhe dirigisse de semelhante maneira. Por esta razão o Faraó acusou-o de ingratidão:
(O Faraó) disse (a Moisés): Porventura, não te criámos entre nós, desde criança e não viveste connosco muitos anos da tua vida? E, apesar disso, cometeste uma acção (que bem sabes), e por assim fazeres, és um dos tantos ingratos! (Capítulo Ach-Chuara – 26:18-19)
O Faraó tentava aproveitar-se dos sentimentos do Profeta Moisés, através da sua consciência. Como tinham sido eles a criá-lo, o Profeta Moisés devia-lhes obediência. Além disso ele tinha morto um Egípcio. De acordo com eles, todas estas acções exigiam pesadas punições. Esta atmosfera emocional criada pelo Faraó era igualmente direccionada para exercer influência nos líderes do seu povo, para que estes concordassem com o Faraó.
Por outro lado, a mensagem da religião da verdade, proclamada pelo Profeta Moisés sobrepunha-se gradualmente ao poder do Faraó, reduzindo-o ao nível do homem comum. A partir daí, viria a revelação de que o Faraó não era um deus e teria de obedecer ao Profeta Moisés. Da mesma forma, caso libertasse os Filhos de Israel, perderia uma fracção importante da sua força laboral, ficando em grandes dificuldades.
Devido a tudo isto, o Faraó recusou-se a escutar o proferido pelo Profeta Moisés. Tentou ridicularizá-lo e mudar de assunto colocando questões ridículas. Ao mesmo tempo pretendia apresentar Moisés e Aarão como anarquistas e acusálos de crime político. Por fim, nem o Faraó nem os líderes do seu povo presentes obedeceram a Moisés e Aarão. Não seguiram a religião da verdade que lhes tinha sido veiculada. Daí que Allah lhes tenha, primeiramente, enviado algumas catástrofes.

As Catástrofes que Vitimaram o Faraó e a sua Corte

O Faraó e a sua corte encontravam-se tão profundamente envolvidos no seu sistema politeísta, na sua idolatria, na "religião dos seus antepassados" que não cogitaram abandoná-lo. Até os dois milagres do Profeta Moisés, o embranquecimento da sua mão e a transformação do seu bastão numa cobra, não foram suficientes para os afastar das suas superstições. Inclusivamente gabavam-se deste facto abertamente. Diziam:
"Seja qual for a Sinal que trouxeres para fascinar-nos, jamais acreditaremos em ti". (Capítulo Al-A'raf – 7:132)
Devido à sua conduta, Allah enviou-lhes uma quantidade de catástrofes como "milagres isolados" para que se apercebessem do tormento que existe no mundo. A primeira de entre estas foi a seca, que causou a escassez das colheitas. Relativamente ao assunto, está escrito no Alcorão o seguinte:
" E já havíamos castigado as gentes do Faraó com os anos (de seca) e a escassez dos frutos para que meditassem". (Capítulo Al-A'raf – 7:130)
Solda: Firavunların diğer insanlardan üstün olduklarını sembolize eden bir resim.
Sağda: Mısırlılar tarafından yakalanan savaş esirleri ölüm cezalarının infaz edilmesini beklerken.
Os Egípcios baseavam o seu sistema agrícola no Rio Nilo, daí não terem sido afectados pela mudança nas condições naturais. Mas foram vítimas de um inesperado desastre devido ao Faraó e sua corte se terem mostrado orgulhosos perante Allah e, subsequentemente, rejeitarem o Seu Profeta. Provavelmente causado por variadas razões, o nível do Rio Nilo desceu extraordinariamente e os canais de irrigação que dele dependiam não tinham capacidade para levar água suficiente às áreas agrícolas. Temperaturas elevadas causaram a seca das culturas. Então, para o Faraó e seus contemporâneos o desastre surgiu de uma direcção totalmente inesperada, do Rio Nilo, do qual grandemente dependiam. Esta seca contrariou da melhor forma possível o discurso habitual do Faraó:
Ó meu povo! Porventura, não é meu o domínio do Egipto, assim como o destas águas que correm sob o meu (palácio)? Não o vedes, pois?"  (Capítulo Az-Zukhruf – 43:51)
Contudo, em lugar de "se acautelarem", como é dito nos versículos, consideraram o sucedido como sendo um mau presságio causado pelo Profeta Moisés e pelos Filhos de Israel. Convenceram-se de tal devido ás suas superstições e à religião dos seus antepassados. Assim foram condenados a padecer de grande sofrimento, mas mais ainda estaria para vir. Isto foi unicamente o início. Seguidamente, Allah enviou-lhes uma série de catástrofes. Estes são descritos, da seguinte forma, no Alcorão:
Então, Nós enviámos contra eles as inundações, os gafanhotos, os piolhos, as rãs e o sangue, como sinais claros; mas, eles estavam cheios de orgulho, e tornaram-se num povo pecador (Capítulo Al-A'raf : 7:133)
Estas catástrofes, que Allah enviou ao Faraó e seus apoiantes, encontram-se igualmente descritas no Antigo Testamento, em concordância com o Alcorão:
E houve sangue por toda a terra do Egipto(Êxodo, 7/21)
E se recusares deixá-lo ir, eis que ferirei com rãs todos os teus termos. E o rio criará rãs, que subirão e virão à tua casa, e ao teu dormitório, e sobre a tua cama, e às casas dos teus servos, e sobre o teu povo, e aos teus fornos, e às tuas amassadeiras(Êxodo, 8/2-3) 
Disse mais o Senhor a Moisés: Dize a Aarão: Estende a tua vara, e fere o pó da terra, para que se torne em piolhos, por toda a terra do Egipto(Êxodo, 8/16)
E vieram os gafanhotos sobre toda a terra do Egipto, e assentaram-se sobre todos os termos do Egipto; mui gravosos (foram); antes destes, nunca houve tais gafanhotos, nem depois deles virão outros tais (Êxodo, 10/14)
Então disseram os magos a Faraó; Isto (é) o Dedo de Deus. Porém o coração de Faraó se endureceu, e não os ouvia, como o Senhor tinha dito  (Êxodo, 8/19)
II. Ramses atlı savaş arabasının üzerinde büyük bir düşman topluluğunun üzerine "kahramanca" giderken. Birçokları gibi bu da Firavun'un ressamlarına emrederek çizdirdiği hayali senaryolardan birisidir. Kadeş Savaşı. II. Ramses ile Hititler arasında geçen bu mücadele, Firavun tarafından büyük bir galibiyet olarak tarihe geçirildi. Oysa Firavun ölümden son anda kurtulmuş ve barış imzalamak sorunda kalmıştı.
Terríveis calamidades continuaram a vitimar o Faraó e sua corte. Algumas dessas calamidades tinham a particularidade significativa de originarem dos objectos adorados como deuses pelo povo idólatra. Por exemplo, o Rio Nilo e as rãs eram para elas sagrados e deificados. Como esperavam que os seus "deuses" os guiassem e a eles rogavam auxílio, Allah puniu-os através dos seus próprios "deuses" para que se apercebessem dos seus erros e pagassem pelos pecados que haviam cometido.
Segundo os intérpretes do Antigo Testamento, "sangue" significa o transformar do rio Nilo em sangue. No sentido metafórico, pode ser explicado pela alteração da cor das águas do Rio Nilo para um tom vermelho opaco. De acordo com uma teoria, o que deu ao rio esta coloração foi um tipo de bactéria.
O Nilo era a principal fonte de vida para os Egípcios. Qualquer mal que afectasse esta fonte significaria perecimento para todo o Egipto. Se as bactérias tivessem coberto o Rio Nilo de tal forma que este ficasse vermelho, todo e qualquer ser vivo que utilizasse estas águas teria sido infectado por estas bactérias.
Explicações recentes para a coloração vermelha das águas avançaram como causa provável protozoários, zooplancton, algas de água doce ou salgada (phytoplancton), e dinoflagelados. Todos estes esporos ─ de plantas, fungos ou protozoários ─ retiram o oxigénio à água e produzem toxinas prejudiciais para peixes e rãs.
OLAY MISIR'IN AKDENİZ KIYILARINDA MI, KIZILDENİZ'DE Mİ GERÇEKLEŞTİ?
Hz. Musa'nın denizden geçtiği yer konusunda tarihi kaynaklarda tam bir mutabakat yoktur. Kuran'da bu konuyla ilgili ayrıntı belirtilmediğinden bu konu hakkındaki görüşlerin hiçbirinin kesinliğinden emin olunamaz. Bazı kaynaklar, denizden geçme noktası olarak Mısır kıyılarını göstermektedir. Örneğin Encyclopedia Judaica'da şöyle denilmektedir: Konuyla ilgili bugün yaygın olan görüş, olayın Akdeniz'deki (Mısır kıyılarındaki) koylardan birinde gerçekleştiğidir.37
Olay, II. Ramses zamanında, muhtemelen Kadeş yenilgisinden sonra olmuş olabilir. Tevrat'taki Çıkış Kitabı'nda (Exodus) anlatılan olay mahali Migdol ve Baal-Zephon'dur, ki bunlar deltanın kuzeyidir.38 Bu görüşün dayandığı kaynak ise Tevrat'tır. Tevrat'ın Exodus (Çıkış) bölümünün tercümelerinde Firavun ve adamlarının Kızıldeniz kıyılarında boğuldukları anlatılır. Ancak bu iddianın sahiplerine göre, "Kızıldeniz" olarak tercüme edilen kelime "Sea of Reeds"tir. Bu kelime birçok kaynakta "Red Sea" kelimesi ile özdeşleştirilmiş ve aynı yer için kullanılmıştır. Oysaki "Sea of Reeds" kelimesi "Kamış Denizi" anlamına gelir ve Mısır kıyıları için kullanılır. Kaldı ki Tevrat'ta Hz. Musa ve yanındakilerin izledikleri rotadan bahsedilirken Migdol ve Baal-Zephon isimleri geçer ki bunlar da Nil Deltası'nın hemen kuzeyinde ve Mısır kıyılarındadır. Kamış Denizi, anlam itibarıyla olayın Mısır kıyılarında gerçekleşmiş olma ihtimalini güçlendirmektedir. Çünkü bu bölgede kelimenin anlamına uygun olarak delta alüvyonlarının özelliği sebebiyle kamış yetişmektedir.
Citando o relato do xodo mencionado na Bíblia, Patricia A. Tester do National Marine Fisheries Servise, escreveu para os Anais da New York Academy of Science, que 50 de entre aproximadamente 5.000 espécies conhecidas de phytoplancton são tóxicas, possuindo toxinas susceptivelmente perigosas para a vida marinha. Nesta mesma puslicação, Ewen C.D. Todd da Health Canada, reportando-se a dados históricos e pré-históricos, citou cerca de duas dúzias de exemplos de phytoplancton específico causador de diversas propagações nefastas em todo o mundo. W.W.Carmichael e I.R.Falconer listaram doenças associadas às algas turquesa de água doce. A ecologista marinha Joann M. Burkholder da Universidade North Carolina State, descreveu um dinoflagelado, pfiesteria piscimorte (encontrado em estuários) capaz de, como o próprio nome da espécie indica, matar peixes. (36)
Na época do Faraó, esta sequência de calamidades pode ter ocorrido. De acordo com esta conjuntura, aquando da contaminação do Nilo, os peixes morreram, tendo os Egípcios sido assim privados de uma importante fonte de nutrição. Sem peixes predadores, as rãs podiam reproduzir-se sem constrangimentos em lagos e no próprio Nilo e, eventualmente, escapar ao meio fluvial sem oxigénio, tóxico e em putrefacção, migrando para terra, onde acabariam por morrer e se decompor juntamente com os peixes. O Nilo e terra adjacente teriam ficado contaminados, e as águas perigosas, tanto para consumo como até para banhos. Além disso, a extinção das rãs causaria a reprodução excessiva de insectos tais como gafanhotos.
Por fim, e independentemente da forma como tiveram lugar as calamidades e do efeito que tiveram, nem o Faraó nem o seu povo se arrependeram perante Deus, acautelando-se da Sua ira, e prosseguiram na sua arrogância.
O Faraó e a sua corte eram de tal forma hipócritas que conceberam ser possível enganar o Profeta Moisés e consequentemente Allah (Salvo seja!). Quando sobre eles recaiu a severa punição, chamaram imediatamente o Profeta Moisés e rogaram-lhe que os protegesse:
E cada vez que, sobre eles, caía um Castigo, eles diziam: Ó Moisés! Implora por nós ao teu Senhor, conforme a aliança que com Ele fizeste. Se nos libertares do castigo, nós decerto creremos em ti e deixaremos partir contigo os Filhos de Israel. Mas, quando Nós os libertávamos do castigo, por um termo previamente fixado que eles deveriam respeitar, eles quebravam a sua promessa!(Capítulo Al-A'raf – 7:134-135)

O Êxodo do Egipto

Yukarıdaki göç haritası Hz. Musa'nın denizi geçiş noktasının Akdeniz kıyısında olduğu varsayımına göre hazırlanmıştır.
Allah tinha explicado ao Faraó e sua corte, através do Profeta Moisés, aquilo de que se deveriam acautelar, tendo-os efectivamente avisado. Como resposta, revoltaram-se, acusando o Profeta de estar possuído e faltar com a verdade. Allah reservou-lhes assim um fim humilhante, e revelou ao Profeta Moisés o que viria a acontecer.
E Nós inspiramos a Moisés: sai com os meus servos durante a noite, porque sereis perseguidos. O Faraó enviou, entretanto, recrutadores às cidades, dizendo: Certamente, eles são um pequeno bando, que se tem rebelado contra nós. E todos nós estamos precavidos! ─ Assim, Nós os privamos dos jardins e mananciais. De tesouros e bonrável posição. Assim foi; e concedemos tudo aquilo aos israelitas. E eis que (o Faraó e seu povo) os perseguiram ao nascer do sol. E quando as duas legiões se avistaram, os companheiros de Moisés disseram: Sem dúvida seremos apanhados! (Capítulo Ach-Chuara – 26:52-61)
AKDENİZ 
Hz. Musa'nın denizden geçmiş olabileceği noktalar numaralandırılmıştır. Görüldüğü gibi 1 ve 2 numaralar Kızıldeniz'de yer alırken 3. muhtemel nokta Mısır'ın Akdeniz kıyısındadır.
Exactamente nessa altura, quando os Filhos de Israel julgavam não ter saída, e os homens do Faraó estavam certos de que os iriam apanhar, nunca abandonando a fé no auxílio de Allah, Moisés disse:
De forma alguma! O meu Senhor está comigo! Em breve me guiarál! (Capítulo Ach-Chuara – 26:62)
Naquele momento, Allah salvou o Profeta Moisés e os Filhos de Israel dividindo o mar. O Faraó e seus homens se afogaram nas águas que se fecharam sobre eles, depois de os Filhos de Israel terem atravessado, em segurança:
E então Nós inspirámos a Moisés: Golpeia o mar com o teu cajado! E eis que este se dividiu em duas partes, e cada parte ficou como uma alta e firme montanha. E fizemos aproximarem-se dali os outros. E salvámos Moisés e a todos que estavam com ele. Então, afogamos os outros. Na verdade, nisto há um Sinal; porém, a maioria deles não crê. E, na verdade, o teu Senhor é o Poderoso, o Misericordioso  (Capítulo Ach-Chuara – 26:63-68)
O bastão do Profeta Moisés possuía qualidades miraculosas. Allah tinha-o transformado em uma cobra como forma da Sua primeira revelação, e mais tarde este mesmo bastão tinha absorvido os feitiços dos feiticeiros do Faraó. Agora o Profeta Moisés dividia, com esse mesmo bastão, o mar. Este foi um dos maiores milagres com que o Profeta Moisés foi abençoado.

O Acontecimento Terá Tido Lugar na Costa Mediterrânea do Egipto ou no Mar Vermelho?

Não existe consenso relativamente ao local onde o Profeta Moisés terá dividido o mar. Já que não nos é apresentado qualquer detalhe no Alcorão, não podemos afiançar a exactidão de qualquer uma das teorias. Algumas fontes indicam a costa Egípcia como sendo o ponto onde o mar foi dividido. Na Enciclopédia Judaica pode ler-se o seguinte:
A actual opinião majoritária identifica o Mar Vermelho do Êxodo com uma das lagoas nas margens do Mediterrâneo. (37)
Citando David Ben Gurion, o incidente podia ter tido lugar durante o reinado de Ramsés II, provavelmente no seguimento da derrota de Kadesh. No Livro do xodo do Antigo Testamento, o evento é descrito como tendo acontecido em Migdol e Baal-Zephon, localizadas ao norte do delta. (38)
Esta perspectiva é baseada no Antigo Testamento. Nas traduções do capítulo relativo ao xodo no Antigo Testamento é descrito que o Faraó e os seus homens pereceram afogados nas margens do Mar Vermelho. Todavia, de acordo com os defensores desta tese, esta palavra traduzida como "Mar Vermelho" é antes "Mar dos Sargaços". A palavra é identificada com "Mar Vermelho" em diversas fontes, e utilizada para a mesma localização. Contudo o "Mar dos Sargaços" é presentemente utilizado para identificar a costa Mediterrânea do Egipto. No Antigo Testamento, para mencionar o percurso seguido pelo Profeta Moisés e seus seguidores, são utilizadas as palavras Migdol e Baal-Zephon, que se localizam no norte do Delta do Nilo, na costa Egípcia. O mar dos Sargaços implicitamente apoia a possibilidade de o incidente ter ocorrido na costa Egípcia, pois nesta região, de acordo com o significado da palavra, os sargaços são produzidos graças aos aluviões do delta.

O Afogamento do Faraó e seus homens no Mar

Bugün ise, senden sonrakilere bir ayet (tarihi bir belge, ibret) olman için seni yalnızca bedeninle kurtaracağız (herkese cesedini göstereceğiz). Gerçekten insanlardan çoğu, Bizim ayetlerimizden habersizdirler.
(Yunus Suresi, 92)
O Alcorão informa-nos os aspectos mais pertinentes do incidente relativo à divisão do mar vermelho. De acordo com o relato do Alcorão, o Profeta Moisés parte do Egipto com os Filhos de Israel que lhe obedecem. Contudo, o Faraó não podia aceitar semelhante partida sem a sua permissão. Ele e os seus soldados perseguiram-nos "iníqua e hostilmente" ─ (Capítulo Yunus – 10:90). Quando o Profeta Moisés e os Filhos de Israel chegaram à margem, foram alcançados pelo Faraó e os seus soldados. Alguns dos Filhos de Israel, ao contemplar isto, queixaram-se ao Profeta Moisés. De acordo com o Antigo Testamento, disseram a Moisés: "porque nos levaste para longe da nossa terra, onde éramos escravos mas podíamos prosseguir com as nossas vidas; agora, iremos morrer". Esta fraqueza do povo é igualmente descrita no Alcorão no seguinte versículo:
"E quando as duas legiões se avistaram, os companheiros de Moisés disseram: Sem dúvida seremos apanhados!" (Capítulo Ach-Chuara – 26:61)
Aliás, este comportamento por parte dos Filhos de Israel, ao não darem mostras de resignação, não seria o seu primeiro nem o último. Antes mesmo desta situação em particular, o povo do Profeta Moisés tinha, uma vez, se queixado àquele, dizendo:
"Nós (só) temos tido problemas, antes e depois de teres vindo para nós." (Capítulo Al-A'raf – 7:129)
Ao contrário da fraca conduta do seu povo, o Profeta Moisés era possuidor de uma enorme autoconfiança, já que era profunda a sua fé em Allah. Desde o início da sua luta, Allah tinha-o informado que o Seu auxílio e apoio estariam sempre com ele:
Não, temais, porque estarei convosco oivirei e verei (tudo)". (Capítulo Ta-Ha – 20:46) 
Quando o Profeta Moisés se deparou com os feiticeiros do Faraó, sentiu "uma espécie de receio" ─ (Capítulo Ta-Ha – 20:67). Então Allah inspirou-o para que nada receasse e tivesse confiança de que prevaleceria no final. ─ (Capítulo Ta-Ha – 20:68). Assim o Profeta Moisés foi por Allah instruído e adquiriu ama completa maturidade no que Lhe dizia respeito.Consequentemente, quando alguns de entre o seu povo recearam ser capturados, ele disse:
Allah inspirou o Profeta Moisés para que batesse no mar com o seu bastão. E eis que
"este (o mar) se dividiu em duas partes, e cada parte ficou como uma alta e firme montanha".(Capítulo Ach-Chuara – 26:63)
De facto, o Faraó, ao vislumbrar a realização de semelhante milagre, deveria ter compreendido que a situação se revestia de características extraordinárias, e que testemunhava uma intervenção Divina. O mar dava passagem ao povo que o Faraó pretendia destruir. Mais ainda, não existia qualquer garantia de que esse mesmo mar não regressasse à sua forma habitual logo que eles tivessem passado. Não obstante, ele e seu exército entraram pela passagem adentro em perseguição dos Filhos de Israel. Provavelmente, o Faraó e seus soldados tinham perdido a capacidade de pensar sensatamente devido à sua insolência e despeito, não compreendendo o lado miraculoso da situação.
O Alcorão descreve os últimos momentos de vida do Faraó da seguinte forma:
Üstteki resim Firavun II. Ramses'in mezarından çıkarılan mumyasıdır. Tarihsel kaynakların çoğunluğu bu Firavun'un Kuran'da bahsedilen Firavun olduğunu göstermektedir. Peki Kuran'a göre boğularak ölen Firavun'un mumyası nasıl olup da bir mezarda bulunmuştur? Büyük bir ihtimalle, sular üstüne kapanıp boğulduktan sonra, Firavun'un cesedi kıyıya vurmuş ve Mısırlılar tarafından bulunarak önceden yapılmış olan mezarına götürülmüştür.
E Nós fizemos os Filhos de Israel atravessar o mar; porém, o Faraó e o seu exército perseguiram-nos, iníqua e hostilmente, até que, estando a ponto de afogar-se, o Faraó disse: Eu creio que não há outra divindade a não ser Aquele em que os Filhos de Israel crêem, e eu sou desses que se submetem (a Allah no Islão) (Capítulo Yunus – 10:90)
Aqui é possível observar outro milagre do Profeta Moisés. Lembremos o seguinte versículo, quando Moisés orou a Allah:
E Moisés disse: Ó Senhor nosso! Tens concedido ao Faraó aos seus chefes esplendores e riquezas na vida terrena e assim, ó Senhor nosso, puderam desviar os demais do Teu caminho. Ó Senhor nosso! Destroi as suas riquezas e oprime os seus corações, porque não crerão até verem o doloroso castigo. Allah disse: A vossa prece foi ouvida (ó Moisés e Aarão); Apegai-vos, pois, à vossa missão e não sigais o caminho daqueles que não têm conhecimentos(Capítulo Yunus – 10:88-89)
É claramente perceptível, a partir deste versículo, que o Profeta Moisés tinha sido previamente informado de que o Faraó iria acreditar em Allah, quando chegasse o momento de encarar o doloroso castigo. O Faraó principiou a dizer que acreditava em Allah assim que viu o nível das águas subir. Todavia, era óbvio que o seu comportamento era desonesto e falso. O Faraó somente fazia essa afirmação no intento de ser poupado do fim certo: a morte.
Certamente que a aceitação, no último momento, da fé do Faraó e o seu pedido de perdão foram por Allah ignorados, não podendo assim o Faraó e seu exército serem poupados da morte por afogamento.
(E foi-lhe dito): Agora crês! Quando até este momento te havias rebelado e eras um dos corruptores! Porém, hoje, Nós salvamos apenas o teu corpo, para que sirvas de exemplo àqueles que vierem depois de ti. Na verdade, há muitos seres humanos que estão a negligenciar os Nossos Versículos (Capítulo Yunus – 10:91-92)
É-nos igualmente informado que os seus homens, como o próprio Faraó, foram punidos. Dado que os soldados do Faraó eram homens "iníquos e hostis" (Capítulo Yunus – 10:90), "pecadores" (Capítulo Al-Qassas – 28:8), "malfeitores" (Capítulo Al-Qassas – 28:40), e "que julgavam que jamais retornariam a Allah" (Capítulo Al-Qassas – 28:39), como o próprio Faraó, foram merecedores do castigo infligido por Allah. Assim, Allah reuniu o Faraó e seus exércitos e arrermessou-os ao mar. (Capítulo Al-Qassas – 28:40)
Então, fizemos-lhes pagar os seus crimes; fizemo-los afogar no mar por haverem negado e desprezado os Nossos Sinais  (Capítulo Al-A'raf – 7:136)
Allah descreve no Alcorão, nos seguintes versículos, o desenrolar dos acontecimentos após a terrível morte do Faraó:
E fizemos com que o povo que havia sido escravizado herdasse as partes orientais e ocidentais da terra, sobre as quais lançamos as Nossas bênçãos. E a sublime promessa do teu Senhor foi cumprida para os Filhos de Israel, porque eles foram pacientes; e tudo destruímos quanto o Faraó e o seu povo tinham feito e tencionavam fazer (Capítulo Al-A'raf – 7:137)

DİPNOTLAR

33. Ernst H. Gombrich, Dünya Tarihi, Çev. Ahmet Mumcu, İstanbul: İnkilap Kitabevi, 1997, s. 25.
34. E. H. Gombrich, Sanatın Öyküsü, Çev. Bedrettin Cömert, 4.b., İstanbul: Remzi Kitabevi, 1992, s. 41.
35. Eli Barnavi, Historical Atlas of The Jewish People, London: Hutchinson, 1992, s. 4; "Egypt", Encyclopædia Judaica, Cilt 6, s. 481 ve "The Exodus and Wanderings in Sinai", Cilt 8, s. 575; Le Monde de la Bible, No: 83, Temmuz-Ağustos 1983, s. 50; Le Monde de la Bible, No:102, Ocak-Şubat 1997, s. 29-32; Edward F. Wente, The Oriental Institute News and Notes, No:144, Kış 1995; Jacques Legrand, Chronicle of The World, Paris: Longman Chronicle, SA International Publishing,1989, s. 68; David Ben-Gurion, A Historical Atlas Of the Jewish People, New York: Windfall Book, 1974, s. 32.
36. http://www2.plaguescape.com/a/plaguescape/
37. "Red Sea", Encyclopædia Judaica, Cilt 14, s. 14-15.
38. David Ben-Gurion, The Jews in Their Land, New York: A Windfall Book, 1974, ss. 32-33.

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